sábado, 8 de janeiro de 2011

Janelle Monáe


Salve Galera

Estava eu lendo noticias sobre os shows que a Amy Winehouse ira fazer aqui no Brasil, me deparei com uma noticia que me agussou a curiosidade. O texto dizia que Amy Winehouse, esta com ciumes da cantora que vai abrir os seus shows no Brasil, a ponto de pedir para a produção do evento não trazer a moça. A cantora que tira o sono da inglesinha bebada chama-se Janelle Monáe.
Então começei meu garimpo pela net para saber mais sobre a tal moça, para despetar inveja na Amy Winehouse, deve ser uma cantora de qualidade. Logo de cara fique impressionado com a gravadora que produziu seu primeiro e unico album o The ArchAndroid.
Janelle Monáe é contratada pela Atlantic Records, gravadora que já teve a Diva Aretha Franklin no seu cast tempos atrás.
Então depois de tanto pesquisar, lá fui eu baixar o cd para ouvir, galera posso falar para você que é du caralho. Cantora com apenas 25 anos tem um timbre fora comum, seu álbum reúne influencia do Soul, Funky, R&B, Electro Rock entre outros tornando difícil classificar o gênero da jovem cantora.
Favor apreciem!

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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Miles Davis - Kind of Blue


Salve seres Urbanos
Ontem eu falei um pouco do lendário trompetista Miles Davis.
Hoje vou postar aqui um disco memorável dele, trata-se de uma obra prima do jazz, o Kind of Blue.
Este disco além da participação genial do Miles, contava com outras feras tais como:
Julian "Cannonball" Adderley, sax alto; John Coltrane,
sax tenor; Bill Evans (Wynton Kelly), piano; Paul Chambers, contrabaixo;
Este disco foi lançado pela gravadora Columbia em 1959
Quando escutei este disco pela primeira vez tinha apenas dez anos de idade, em uma época, que na periferia de São Paulo, só se escutava e dançava o “Blaick” .
Ate hoje esse é meu disco preferido do Miles Davis

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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Miles Davis


Miles Davis (1926 - 1991)
trompete
Miles Davis efetivamente constitui, sozinho, um capítulo à parte dentro do jazz. Pode-se dizer, sem medo de errar, que ele foi uma verdadeira força propulsora do jazz durante mais de quarenta anos. Seu som ao trompete, puro, macio e quase sem vibrato, emitido freqüentemente com o uso da surdina, e seu fraseado conciso e despojado tornaram-se marcas registradas. Sua personalidade difícil, às vezes contraditória, também. Fundador do cool jazz, do jazz modal, do jazz-rock e da fusion, Miles fez da renovação das linguagens o principal impulso gerador de sua música.
Sua carreira, inciada dentro do bebop, apresentou uma fase brilhante já em 1948-1950, com a formação da célebre Miles Davis-Capitol Orchestra, onde o genial arranjador Gil Evans começou a escrever verdadeiras obras-primas que davam todas as condições para a expressividade de Miles. A colaboração Miles-Evans continuou ao longo dos anos 50. Os arranjos de Evans não têm paralelo em nenhuma big band: trata-se de peças impressionistas, com estruturas elaboradas, texturas timbrísticas sofisticadas, revelando influências variadas que incluíam, por exemplo, a música espanhola.
Paralelamente ao trabalho com Gil Evans, Miles dava, a partir de 1949, os contornos ao nascente estilo cool, eminentemente apropriado à sua maneira intimista de tocar, gravando as sessões intituladas Birth of the Cool.
De 1956 em diante, Miles lidera um quinteto / sexteto que, através de suas várias formações, entraria para a história do jazz. Para se ter uma idéia dos talentos envolvidos, inicialmente o quinteto contava com o saxofonista John Coltrane, o pianista Red Garland, o contrabaixista Paul Chambers e o baterista Philly Joe Jones; esta formação gravou a série de discos intitulados Relaxin', Workin', Steamin' e Cookin'. Com a entrada do sax alto Cannonball Adderley, o conjunto se tranformou no sexteto que gravou Milestones. Em 1959 Red Garland foi substituído por Bill Evans e Wynton Kelly, que se revezavam ao piano, e Jones cedeu o lugar a Jimmy Cobb, no sexteto que gravou um dos discos mais cult do jazz de todos os tempos, Kind of Blue. Com esse grupo, Miles começou a explorar o jazz modal, usando combinações harmônicas mais livres do que a harmonia tonal tradicional, e improvisando mais sobre os acordes do que sobre a melodia do tema. Em 1960-1961, houve pequenas mudanças, mas a base era mantida: ora Cannonball Adderley cedia o lugar a Sonny Stitt ou Hank Mobley, ora Jones voltava a assumir a bateria; o grupo também podia se reduzir a um quinteto, com apenas Coltrane ao tenor.
Paralelamente ao trabalho com quinteto e sexteto, Miles retoma a colaboração com Gil Evans e grava (respectivamente, em 1958 e 1960) duas obras-primas absolutas com orquestra: Porgy and Bess e e Sketches of Spain.


Em 1964 surgiu uma formação inteiramente nova do sexteto, com George Coleman ao sax tenor, Herbie Hancock ao piano, Ron Carter ao contrabaixo e o brilhante adolescente Tony Williams à bateria. (Hancock, Carter e Williams ocasionalmente foram substituídos, respectivamente, por Frank Butler, Richard Davis e Victor Feldman). Em 1965 a chegada do talentoso saxtenorista e compositor Wayne Shorter dá consistência ainda maior ao grupo. Ao lado de Shorter, Hancock, Carter e Williams, Miles grava discos como E.S.P., Miles Smiles, Sorcerer, Nefertiti e são recolhidos notáveis registros de shows ao vivo no Plugged Nickel Club de Chicago (hoje restaurados em sua totalidade, constituindo aquilo que Richard Cook e Brian Morton denominaram "a Pedra de Roseta do jazz moderno").

Acima: Miles com Herbie Hancock ao piano, Ron Carter ao contrabaixo e Tony Williams à bateria
Foto: Bass Player Junho/98
No final dos anos 60, Miles se encaminha para mais uma renovação estética, começando a fazer experiências com a fusão entre jazz e rock. Nessa fase, fica novamente em evidência uma faceta de Miles que já havia se manifestado com o quinteto dos anos 50: o descobridor de talentos. Para formar seus conjuntos de jazz-rock, Miles convoca os tecladistas Herbie Hancock, Chick Corea e Joe Zawinul, os bateristas Tony Williams e Jack DeJohnette, os contrabaixistas Dave Holland e Ron Carter, o guitarrista John McLaughlin, o saxofonista Wayne Shorter, o organista Larry Young, entre outros. O jazz-rock, do qual Miles estava se aproximando gradativamente com os discos In a Silent Way e Filles de Kilimanjaro, nasce efetivamente com o revolucionário (e ainda hoje moderno) álbum duplo de 1969, Bitches Brew.

Com Live/Evil, de 1970, e alguns outros discos até 1972, encerra-se uma fase na carreira de Miles e tem início outra, ainda mais controversa que a de Bitches Brew. Durante os anos 70 e 80, Miles continua realizando experiências com a integração de linguagens, renovando completamente seus conjuntos com músicos pouco conhecidos, afastando-se do jazz (mesmo do jazz-rock) e aproximando-se do funk até do hip-hop. Mas, como se trata de Miles, nem por isso tal fusão se torna trivial ou comercial. Embora as opiniões se dividam acerca das obras desse período, o som de Miles continua inconfundível, e sua poderosa mente musical continua claramente no controle.
Em 28 de setembro de 1991 o trompete de Miles silencia. Sua obra - vasta, multifacetada, evolutiva, desbravadora, ora hermética, ora lírica - irá certamente fornecer material para análise e motivo de puro deslumbramento para muitas gerações.

skinread pega nois


Amigos urbanos são publico e notório que os skinread não gostam de negros, nordestinos e gay. Estes cidadãos rodam a madruga pela Paulista, Augusta , VL Olimpia, entre outros bairros afim de fazer suas vitimas.
Então o blog Mercenários Urbanos, vai dar uma força para esses valentões, já que não queremos eles tristinhos chorando no colo da mamãe, por não encontra nenhuma presa, vamos passar alguns endereços aonde com certeza os cabeças rosa vão ter sucesso
Campão Redondo - Tem negros e Nordestinos 24 horas por dia
JD Angela - Negros, Nordestino e Gay, com certeza vocês serão bem recebido.
Cidade Tiradentes – Diversão garantida senhores.
São Miguel Paulista – A maior concentração de nordestino em São Paulo, principalmente na VL Progresso, será um enorme prazer receber vocês, serão muito bem tratados.